16/12/2010
INSONIA FINAL
TENHO QUE AGRADECER A DEUS PRENCIPALMENTE AS ENTIDADES E GUIAS DE LUZ QUE SEMPRE ESTÃO PRESENTE NA MINHA VIDA. AH E QUERO FAZER UM TRIBUTO A LAIKA MOURA (ELA NÃO ESTA ENTRE NOS MAIS TENHO CERTEZA QUE ONDE ELA ESTA DEVE TA MUIO FELIZ).
ENTÃO GALERA É ISSO TENHO MUITO ORGULHO DESSE BLOG TE DADO CERTO DE SER UM GRANDE SUCESSO NA MINHA VIDA E QUE NUNCA VOU ME ESQUECER DE NADA QUE EU FIZ AKI. FOI MUITO BOM MESMO.
COM OLHOS CHEIOS DE LAGRIMAS LOUCO PRA CHORAR EU ME DESPEÇO COM MISSÃO COMPRIDA SABENDO QUE TUDO QUE FIZ FOI POR AMOR E MUITA DEDICAÇÃO MUITO OBRIGADO GALERA. E QUEM SABE UM DIA OU UMA NOITE A GENTE PODE VOLTAR.
AGORA EU RODRIGO MOURA ESTOU COM OUTRO BLOG O HOBBY (www.hhoobbyy.blogspot.com)
15/12/2010
Não ao preconceito
VAMOS DAR UM ALERTA PRA TODOS NOS SOMOS SERES HUMANOS E SOMOS IGUAIS NINGUEM E MELHOR NEN PIOR DO QUE NINGUEM.
VAMOS A PARTIR DE HOJE RESPEITAR AS PESSOAS E SUAS DIFERENÇAS.
TODO NÓS SOMOS HUMANOS E MERESEMOS RESPEITO
PRETO, BRANCO, CRENTE, ESPIRITAS, PROTESTANTES, CATOLICOS, RICO, POBRE, DROGADOS, GAY, LESBICAS, BISSEXUAIS, ESTRANGEIROS, DEFICIENTES FISICOS ETC....
TODOS NÓS SOMOS IGUAIS
14/12/2010
Suzana Pires, a Janaína de 'Araguaia', lança coleção de joias
A atriz acaba de lançar sua primeira coleção de joias. Intitulada como Divindades, as peças foram idealizadas e desenvolvidas pela própria atriz, que se inspirou em deusas de diferentes religiões e culturas. Para o catálogo de divulgação, a carioca fotografou no estilo "in natura" em uma cachoeira em Lumiar, no Rio de Janeiro.
Em entrevista ao Terra, a atriz falou sobre o processo de criação e concepção da coleção, já que esta é a primeira vez que trabalha como designer.
Terra - Como e quando surgiu a ideia de ter uma coleção de joia?
Suzana Pires - Depois de procurar patrocínio para gravar o DVD documental sobre a minha peça De perto, ela não é normal!, que tem a direção do Flavio Rocha e não conseguir, tive uma reunião com a diretoria da Amarjon, marca de biojoias que sou garota-propaganda há dois anos. Conversamos e chegamos a ideia do "patrocínio criativo" que consistia no desenvolvimento de uma linha de joias com a minha assinatura e que durante os quatro primeiros meses de venda, a renda fosse revertida em forma de patrocínio para o DVD. Eu topei na hora!
Terra - De onde surgiu a inspiração para criar as peças?
Comecei buscando inspiração nas deusas de diferentes religiões e culturas, tema que me fascina, e a partir daí, consegui ter ideias de como juntá-las às joias. Foi assim que nasceu o conceito divindidades, nome da coleção.
Terra - Como você define o conceito da coleção?
Quando estava criando a coleção, eu pensava muito nas mulheres que realmente gostam de usar acessórios. Nas mulheres com mais tchan! (risos) e, como conceito para a coleção eu queria que não fosse só uma joia, mas também um amuleto. Gosto de joias e de amuletos, de me sentir protegida. As joias têm a função de ornar e proteger. Por isso, cada uma representa uma Deusa e cada Deusa representa uma característica feminina. E em termos estéticos, a grande novidade é o colar para as costas, inspirado na deusa Xamã, que é para usar com blusa ou vestido frente única. É uma peça sexy, elegante e original.
Terra - A criação foi desenvolvida unicamente por você ou contou com ajuda de um designer?
A coleção foi criada e desenvolvida unicamente por mim. Embora eu nunca tivesse feito isso, me arrisquei e acho que acabou dando certo. Eu adoro riscos!
Curta um réveillon sem muvuca
Você está contando os minutos para o réveillon mas desanima só de pensar nas praias superlotadas? Reunimos dez sugestões de pacotes para começar 2011 com o pé direito e longe da muvuca
Nada de pular sete ondinhas ou ter que disputar um espacinho na areia da praia. Sim, é possível ter um réveillon longe da muvuca. Pode ser na imensidão do deserto do Atacama ou no meio da selva amazônica. Agora, se a ideia for começar o ano com o pé – direito, por favor – na trilha, não faltam opções, no Brasil e lá fora.
Mas se apresse para escolher seu pacote. E conte os minutos para a chegada do Ano Novo de uma forma diferente e inesquecível.
Rio Negro - Amazonas
| Getty Images |
| De dia, o encontro dos Rios Negros e Solimões: à noite passeio para ver jacarés |
Longe do burburinho, a virada de ano em um lodge encravado na selva amazônica passa devagar, na medida certa da contemplação. Mas com muitos passeios para descobrir todos os encantos da maior floresta tropical do mundo.
O dia começa cedinho, a bordo dos barcos que descem o Rio Negro, na companhia de botos cinzas e cor de rosa. Pelo caminho, é possível avistar a cúpula do Teatro Amazonas, em Manaus, e dezenas de casas sobre palafitas. A maior atração é o encontro das águas dos Rios Solimões e Negro. As águas escuras e marrons correm juntas, lado a lado, sem se misturar, por mais de dez quilômetros, até formarem o Rio Amazonas.
Na escuridão da noite, as canoas saem para apreciar os sons da selva. Com uma lanterna, é possível focar jacarés, cujos olhos paralisados pela luz brilham como pequenas luzes vermelhas.
Preço: R$ 2.546
O que inclui: quatro noites, pensão completa e passeios
Quem leva: Ambiental Expedições
Chapada dos Veadeiros – Goiás
| Divulgação |
| Cânions profundos e mergulhos em belas cachoeiras compensam a caminhada |
Nada de corpo mole no feriadão. Para quem quer começar o ano com o pé direito na trilha, a Chapada dos Veadeiros é a opção ideal. A cada momento, uma paisagem de perder o fôlego no enorme parque nacional, localizado no ponto mais alto de Goiás.
São enormes paredões rochosos, cânions profundos, belas cachoeiras e piscinas naturais. Com um salto de 80 metros, o lago na base da Cachoeira do Rio Preto convida a um mergulho depois da caminhada. Animais em extinção como o veado-campeiro, o lobo-guará e a ema vivem vagam despreocupados pelo parque.
O Vale da Lua merece uma visita mais demorada. A erosão causada pelo rio deixou o lugar com aspecto de paisagem lunar. Além disso, as rochas cintilam em noites de lua cheia. A Chapada também é considerada um centro de misticismo, com várias histórias fantásticas, já que é atravessada pelo Paralelo 14, o mesmo que corta Machu Picchu.
Quanto: R$ 1.989
O que inclui: quatro noites, café da manhã, refeições, lanches na trilha e passeios
Quem leva: Terra Mundi
Quanto: R$ 1.989
O que inclui: quatro noites de hospedagem com café da manhã e passeios
Quem leva: Viajanet
Quanto: R$ 3.420
O que inclui: sete noites de hospedagem com café da manhã, refeições, lanches na trilha e passeios
Quem leva: Pisa Trekking
Quanto: R$ 2.122
O que inclui: quatro noites de hospedagem com meia pensão e passeios
Quem leva: Ambiental Expedições
Ilha de Marajó – Pará
| Getty Images |
| O barco segue pelas águas calmas, com a companhia dos botos tucuxis |
No extremo norte do Pará, o réveillon é tranquilo, mas recheado de passeios imperdíveis. A cada curva da canoa pelas águas calmas dos Rios Amazonas e Tocantins, as margens do mangue revelam uma surpresa da Ilha de Marajó.
Uma garça azul aqui, um macaco guariba ali ou ainda os simpáticos botos tucuxis, que acompanham a embarcação. Com um detalhe: é você quem está no comando dos remos. Em terra firme, parada nas lojinhas de cerâmica marajoara. Também dá para montar nos famosos búfalos, já que a ilha abriga o maior rebanho do Brasil.
A viagem parte de Belém, onde é possível bater perna pelo mosaico de cores e sabores do tradicional mercado Ver-o-Peso. Aqui, o açaí é degustado com arroz, feijão e peixe frito. Pausa para conhecer o Teatro da Paz fundado no finalzinho do século 19, durante a época áurea do Ciclo da Borracha. Logo no hall de entrada se percebe sua opulência: escadaria em mármore italiano, lustre francês e piso com pedras portuguesas.
Preço: R$ 2.540
O que inclui: cinco noites, café da manhã e passeios com guia
Quem leva: Venturas e Aventuras
Os limites da dor

Até aonde o jovem chega para camuflar esse sentimento?
Você consegue imaginar a dor que sente uma pessoa que perdeu um familiar ou o melhor amigo? Compare com a dor de terminar um namoro, ou de não conseguir o emprego que queria, ou ainda não conseguir ingresso para o show da sua banda preferida. Cada pessoa encara a dor de uma maneira e algumas delas não conseguem lidar nada bem com isso, daí é que entram os limites. Mas como encontrá-los?
Não é fácil saber qual o ponto que transforma sua fuga da dor em algo perigoso e autodestrutivo. Algumas pessoas – muitas vezes até por interpretarem a religião de forma errada – acham que merecem receber punição por seus erros - e acabam comprometendo sua saúde e integridade. “Jovens, principalmente pré-adolescentes, recorrem a essas situações como uma forma de punição, para aliviar angústias, emoções fortes e situações de irrealidade, na qual uma dor maior (física) alivia uma dor menor (psíquica). A dor maior (automutilação) alivia a angústia”, explica o psiquiatra e Coordenador do Departamento de Psiquiatria da Infância e Adolescência da ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria, Lúcio Simões de Lima.
Autopunição
Pode começar com você pensando em como não merece tudo o que tem, daí você não se permite comer um chocolate porque é uma pessoa ruim e daí em diante vai tirando coisas que você gosta porque não as merecem. “Muitos jovens de hoje apresentam um humor instável, baixa tolerância à frustração, impulsividade, introversão, medo do abandono, levando a um Transtorno de Personalidade Borderline”, explica o psiquiatra.
Outra maneira de punição é abusar de todas as coisas, afinal, excessos fazem mal. Beber demais, comer muito e ser promiscuo. Você precisa tomar cuidado, pois algumas vezes, age inconscientemente e se prejudica.
Cortes
Quando a dor é muito forte e chega a ser sentida fisicamente, algumas pessoas acreditam que mudar o foco da dor é algo que pode ajudar. É como aquela velha piadinha de que se a sua cabeça dói, basta outra pessoa quebrar seu braço que ela para.
Muitas pessoas se arranham, se cortam com giletes ou qualquer objeto pontiagudo. Isso pode trazer diversos problemas, deixar cicatrizes e pode até levar à morte. “A possibilidade de um corte inadequado pode trazer consequências sérias, como um sangramento agudo, causando risco de morte. Porém, não estão pensando em suicídio, nem em ideação suicida (ficar imaginando) e sim, em se punir”, complementa o profissional.
De onde vem isso?
Dr. Lucio explica que alguns transtornos psiquiátricos podem levar à Tricotilomania (arrancar pelos), outros a abrir as feridas, morder os lábios e alguns mais severos a se cortar etc. Além disso, na opinião do médico, um dos incentivadores dessas práticas é a internet - “Sites na internet estimulam essa prática, que está aumentando nos jovens “ditos” normais. Veja o uso exagerado de piercings, muitas vezes consiste em se queimar com cigarros, se machucar com alfinetes, lâminas de barbear, chicotear-se, etc”, argumenta.
Como notar?
Essa é uma das coisas mais difíceis de se perceber, afinal, ninguém vai comentar com a família ou com os amigos que está se cortando ou se machucando, se souber que as pessoas são contra essas práticas. Os jovens adeptos dessas práticas confessam isso apenas a quem é igual a eles.
O médico alerta que a família deve estar sempre atenta para modificações no comportamento dos filhos: “O isolamento, o uso de roupas largas e compridas tapando o corpo, problemas como faltas às aulas para esconder as feridas chamam a atenção”. Todos esses elementos podem indicar o problema.
O que fazer?
Mesmo que os adolescentes sejam contra, é necessária a ajuda de um profissional, é aí que entram os psicoterapeutas e os pais devem estar preparados para acompanhar esse tratamento. “Sempre que um adolescente necessita de uma orientação e tratamento, os pais têm que estar presentes”, explica.
Jennifer Lopez atrai os flashes em pré-estreia de filme
Jennifer Lopez é mesmo encantadora. Na pré-estreia do filme "The Back-up Plan", ontem (21) na Califórnia, a atriz esbanjou bom humor e simpatia. Ao lado de seu marido Marc Anthony, a bela apostou nos cabelos cacheados e usou um vestido de um ombro só.
Quem também atrai olhares no tapete vermelho do evento, foi a top model Heidi Klum. Com coque puxadíssimo e brincos pequenos, a mulher do cantor Seal preferiu adotar um visual natural para a premiére.
13/12/2010
Perguntas e respostas sobre vulcões
O que é um vulcão?Um vulcão é uma comunicação entre a superfície da Terra e o interior do manto terrestre. No manto terrestre, há o magma que dependendo da pressão sobe para a superfície. Seu formato é proveniente do acúmulo de lava que se solidifica e de cinzas, o próprio material expelido pelo vulcão. Sua terminologia deriva do latim Vulcanus, nome do deus romano do fogo.
Por que algumas regiões têm vulcões e outras não?
Os vulcões podem ser formados a partir do encontro de placas tectônicas (blocos rígidos imensos que compõem a crosta terrestre), de fissuras (regiões onde já houve movimento de placas ou onde já existiu um vulcão) ou de pontos quentes (locais por onde a placa tectônica passa e é aquecida pelo manto terrestre). Para entender melhor, imagine uma folha de papel se movimentando sobre uma ponta de cigarro colocada abaixo dela. Algumas vezes, a ponta de cigarro consegue perfurar o papel, ilustra o geólogo especializado em rochas vulcânicas, da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Antônio José Nardy. Alguns exemplos: o Havaí, localizado em cima de um ponto quente, por exemplo, é uma sequência de ilhas vulcânicas. No Chile, as placas tectônicas se encontram; uma sobe sobre a outra formando vulcões.
Por que um vulcão entra em erupção?
A maioria das atividades vulcânicas é resultado do movimento das placas tectônicas. Quando elas se afastam ou colidem, o magma tende a subir. Dependendo da força da pressão exercida, o vulcão é destampado e entra em erupção.
Quais os diferentes tipos de vulcões?
Os vulcões podem ser divididos de acordo com o que expelem. Geralmente, os vulcões provenientes de pontos quentes expelem material de baixa viscosidade derivado de basalto ou de rochas alcalinas. Por isso que os vulcões havaianos não apresentam tantos problemas, conta Nardy. Por outro lado, os vulcões que expelem material com silício em sua composição, frequentemente localizados em pontos de encontro de placas tectônicas, são mais violentos. Nesse caso, ele expele uma mistura com maior quantidade de material volátil como água e gás carbônico, o que funciona como uma garrafa de refrigerante. Imagine que o movimento das placas seria como agitar a garrafa. Em determinado momento, a pressão interna destampa o vulcão. Ao aliviar a pressão, o material sai rapidamente. A preocupação como o vulcão islandês Eyjafjallajoküll é essa. Por enquanto, parece que o gás está escapando por fraturas, mas poderá haver ali uma grande explosão, explica o geólogo.
Erupção do Eyjafjallajoküll: resultado da movimentação
da crosta terrestre (Foto: Getty Images)
Quais regiões possuem mais vulcões?
O Círculo de Fogo, localizado no Pacífico, concentra o maior número de vulcões. De modo geral, os vulcões estão localizados em toda a borda tectônica do Oceano Pacífico, desde a Cordilheira dos Andes, passado pelo Hemisfério Norte, até as Filipinas. Países como o Japão, a Nova Zelândia e a Islândia também possuem vulcões e terremotos.
Por que o Brasil não tem vulcões ativos?
O país está localizado no meio da placa tectônica sul-americana, região estável e espessa, e não existem pontos quentes em seu território.
O que é mais perigoso em uma erupção vulcânica?
O fluxo piroclástico é o maior problema. Trata-se de nuvens de gás e cinza, quentes e de alta densidade. Ele possui uma capacidade de movimento muito grande, porque não possui atrito direto com o solo, explica Nardy. Assim, a nuvem desce com alta velocidade pelas encostas do vulcão devastando e queimando por onde passa. Foi o que vitimou os habitantes de Pompéia, em 79 a.C. Já a lava desce as encostas do vulcão mais vagarosamente e se solidifica conforme esfria. Outro fenômeno que pode ocorrer é uma avalanche de água e terra conforme a pressão empurra a tampa do vulcão.
Uma nuvem de cinzas expelida pelo vulcão pode permanecer na atmosfera terrestre por meses. De imediato, ela é menos catastrófica, mas pode diminuir a temperatura do lugar, porque a luz do sol não consegue chegar no solo e ela pode conter partículas nocivas à saúde, diz o geólogo. Na boca de alguns vulcões podem surgir lagos.
Sêmen estranho?
Pergunta: “Olá Dr. Health, hoje estava praticando um self-sexo e ao ejacular percebi que meu esperma parece um tanto estranho.
Nunca tinha reparado nelo, pois só transo de camisinha com minha namorada, então não tem porque eu ficar olhando como está o esperma. Mas hoje olhei de perto e ele me é estranho.
Tipo assim, na gozada total, o meio dela ficou com a parte branca que parece ser um monte de papel molhado que se juntou e no canto, ficou liquido como água. Como bom apreciador de pornôs, pra mim e esperma deveria ser todo uniforme, mas o que está saindo de mim parece um monte de papel juntado.
Tem alguma ideia de que raios isso possa ser? Será que estou com defeito de fabricação?”
Olá, caro leitor,
Para elucidar sua dúvida, vamos à raiz do “problema”. O sêmen humano.
Link YouTube | Cena clássica do filme “Everything You Always Wanted to Know About Sex” (Woody Allen)
A composição do sêmen humano
O sêmen é um líquido de aparência gelatinosa e coloração branco-acinzentada, que tem como função prover um meio de transporte eficaz para os espermatozoides se deslocarem até o local de fecundação da mulher. Possui basicamente dois componentes.
1. Espermatozoides: São produzidos pelos testículos e dispensam apresentações. Numa ejaculação normal, saem 200 a 600 milhões deles. Respondem por apenas 2 a 5% do volume seminal.
2- Plasma seminal: 95% do volume seminal corresponde ao plasma seminal, de composição diversificada. É produzido conjuntamente pela próstata, vesícula seminal e glândulas bulbouretrais. Possui algumas funções importantes, como fornecer um meio nutritivo e protetor para o deslocamento dos espermatozoides em seu trajeto no trato reprodutor feminino. O sêmen é rico em frutose, um açúcar que é o principal alimento dos espermatozoides.
O pH do sêmen é básico, entre 8,1 e 8,4. E isto tem um porquê: a acidez elevada do trato reprodutor da mulher, devido ao ácido lático produzido pela microflora vaginal, é nociva aos espermatozoides – o sêmen têm uma função de contrabalanço. Além disso, o interior da vagina e do útero é muito viscoso e recheado de células imunes. As proteínas contidas no sêmen fornecem um ambiente fluido e de proteção ao DNA contido nos espermatozoides contra uma acidez que pode desnaturá-lo.
Um exemplo disso são as prostaglandinas, produzidas pela vesícula seminal, que atuam suprimindo a resposta imune da mulher aos “corpos estranhos” que são os espermatozoides e o zinco, secretado na próstata, que ajuda na estabilização do DNA espermático. Uma deficiência de zinco reduz a fertilidade justamente pela falta de proteção ao material genético do espermatozóide.
O que acontece quando ejaculamos
E agora, respondendo à sua pergunta, veja o que ocorre ao ejacularmos.
“Eu usei meu próprio esperma pra grudar isso”
O sêmen apresenta aspecto denso, acentuado ainda mais após a ejaculação. Isto se deve a uma coagulação de várias proteínas do sêmen, algo extremamente benéfico para a reprodução. Tal coagulação tende a manter a maioria do sêmen grudado por precisos instantes no local onde ele caiu – o colo do útero, idealmente, claro. Com isso, fica mais fácil para os espermatozoides penetrarem no útero e cumprirem sua missão.
Aos onanistas de plantão, que já deixaram suas marca na parede de uma privada: já observaram que muitas vezes o fluxo da descarga não consegue retirar o sêmen da parede do vaso? É um exemplo dessa coagulação do sêmen. E também já devem ter observado que, pouco tempo depois, mesmo sem dar a descarga, não fica mais nada ali. Isto ocorre porque, esgotando o potencial coagulatório, o sêmen torna-se totalmente fluido.
Tá, mas e a parte líquida ao redor que o leitor observou? O sêmen funciona como o sangue humano, que, quando forma uma poça, a parte central coagula e a parte periférica fica como uma “aguinha”. No sêmen, esta parte líquida é basicamente a água e o muco, que deixaram de estar em solução com as proteínas seminais.
Ou seja, nada de errado com você. Normalzinho da Silva.
Dr Health, informando aos(às) degustadores(as): As aminas básicas putrescina e cadaverina, produzidas durante a decomposição corporal pós-morte, encontram-se em nível considerável no sêmen, contribuindo para seu cheiro e gosto.
Google X China: era uma vez uma empresa que brigou com um país…
Era uma vez um país avançado, muito avançado, repleto de pessoas de olhos puxados e alta capacidade de concentração. Muitos séculos atrás era a nação mais desenvolvida do planeta e seus feitos ofuscavam todos os outros povos. No entanto, um erro social fatal fez com que minguasse rapidamente se tornando uma pálida sombra do gigante.
Estamos falando deste erro político chamado China e como uma empresa com personalidade forte ousou peitá-lo sem se preocupar com os prejuízos financeiros.
Rapidamente…
Semana passada o Google anunciou que deixaria de censurar seus resultados de busca na China ao passá-los por um servidor localizado em Hong Kong, violando diretamente as regras impostas pelo governo. Com isso, decreta sua própria expulsão da China, o mercado grande que mais cresce no mundo.
Ao contrário de outros casos de retiradas estratégicas de empresas, aqui quem manda não é o mercado, mas as convicções pessoais dos fundadores da empresa e dos governantes chineses.
Censurado… Até quando? | Fonte
Mas vamos por partes.
China: a terra da grande muralha
Quando Roma atingiu seu auge, ali perto do século I depois de Cristo, o povo liderado pelos Filhos dos Céus já era mais populoso, produtivo, bem educado e organizado do que qualquer outra nação. Várias de suas cidades eram maiores do que Roma ou Alexandria e o mundo inevitavelmente prostaria-se frente ao dragão.
Tanto é que durante séculos o nome utilizado para denominar os habitantes da fronteira norte e oeste da China sempre foi “bárbaros” (ou algo parecido na língua deles). Logo quem não era chinês era selvagem.
Neste ambiente, as ideias de um tal Confúcio eram praticamente lei. Entre outras coisas, o sujeito pregava a “doutrina social”, ou seja, o estado é maior que as pessoas e todos deveriam seguir o que o imperador mandasse. O Imperador, por sua vez, era limitado às normas morais confucionistas e ninguém tinha liberdade alguma.
Se por um lado, esta forte hierarquização aumentou a organização e a eficiência no estado, também tolheu a inovação e o espírito aventureiro. Tanto é que no século XV os chineses decidiram desmontar a maior frota naval do mundo “porque não havia nada interessante fora da China”. E custava caro, obviamente.
Os jaguaras nunca pensaram em, por exemplo fazer “comércio” com nações distante. Só queriam explorar e divulgar a glória do Filho dos Céus. Lindo, né?
Cerca de 100 anos depois tiveram de aturar uma frota de portugueses em navios menores do que os seus, apontando canhões para suas cidades e reivindicando postos comerciais. Owned!
A Grande Muralha da China é outro case de falha épica. Ao invés de investir em defesa, preferiram fazer uma obra gigantesca absolutamente fácil de perfurar. Qualquer ladrão sabe que não é preciso quebrar um muro de pedra de 4 m de altura para atravessá-lo, basta procurar uma brecha. Ou criar uma.
Que tal fazer uma pesquisa por aqui? | Fonte
Google: a empresa-inovação
Eis que há pouco mais de 10 anos surge uma empresa criada sobre uma tese de doutorado meio maluca. A ideia era “colocar todas as páginas da internet em um só computador”. Só depois surgiu o tal do PageRank, o algoritmo mega nerd de ranqueamento de buscas que permite a alguns blogs aparecerem antes de jornais e portais em vários resultados.
Como a empresa nasceu numa universidade, o seu DNA está impregnado por inovação. A já famosa prática da empresa de reservar 20% do tempo dos funcionários a fazerem o que bem entenderem gerou alguns serviços fodásticos como o Orkut, Gmail e Wave. Assim como uma universidade, isso gerou também muito lixo. Mas, uma das vantagens de ganhar bilhões de dólares com um sistema automatizado de publicidade (ou AdWords, para quem não conhece), é poder focar-se em nada.
O Google é uma empresa sem direção, funcionando para aumentar o uso da internet. Por sinal, veja este post que explica a matemática da receita do sucesso da companhia de Mountain View.
Google X China: briga feia
Em dezembro do ano passado, várias empresas de TI sofreram um ataque sofisticado e coordenado para descobrir dados de opositores do regime. O Google acredita que este ataque teria vindo de pessoas ligadas ao governo chinês e começou a se perguntar que diabos estava fazendo ali. Leia o post oficial.
Ganhando dinheiro, responderia qualquer um. Apesar da demora para entrar no país e nas dificuldades culturais óbvias, a versão chinesa do buscador tinha 30% do mercado e uma boa parcela da receita publicitária. O problema é que não estamos falando da General Motors ou da Vale. Trata-se de uma empresa nascida e gerenciada como um campus universitário, o Googleplex.
O caos reina por ali, inclusive estrategicamente. No Google a única linha comum a todos os empreendimentos é o firme propósito de investir na internet como meio de massa e em fazer a diferença na vida das pessoas (ou “Don’t be evil”).
Há, claro, investimentos esquisitos como em fontes de energia renováveis e em exploração do espaço. Cá entre nós, acho que é uma atividade muito mais interessante para pessoas com uns bilhõezinhos sobrando do que motonáutica ou hipismo.
Link YouTube | Perdas pro governo, perdas pro povo…
O perfil anárquico e onipresente do Google, sem falar no “campus” que serve de sede para a empresa, atraiu muita gente boa. Muita mesmo. Até há poucos anos havia poucos outros empregos tão cobiçados quanto uma posição lá.
Do outro lado do ringue, vale lembrar, está a China, um país com milênios de história hierarquizada e uma cultura que reverencia explicitamente os ancestrais, que habitam os “Céus”. Por esse motivo o imperador era chamado de “Filho dos Céus”.
Só com um “mandato celestial” seria possível governar um país tão rico. Esta filosofia social, por sinal, historicamente serviu perfeitamente bem para os chineses. Nunca questionem, sigam. Não liderem, sigam. Não falem, escutem.
Em alguns casos, generais trocaram de lado durante batalhas porque passaram a acreditar que o oponentes tinha mais direito ao mandato celestial. Simples assim.
Esta filosofia claramente não morreu com o império e continua nos dias de hoje, embora atenuada grandemente graças à última sucessão presidencial.
Para quem não percebeu a novidade, em 2003 foi a primeira vez na história em que o poder trocou de mãos na China pacificamente, sem morte do antecessor ou desgraças mil. Jiang Zemin, o cara que recebeu Hong Kong de volta, passou o cargo para Hu Jintao.
Assim, na verdade, a briga se resume a um país com um mercado descomunal e uma filosofia historicamente hierarquizada e uma empresa extremamente inovadora, composta por alguns dos cérebros mais brilhantes da nossa época.
Como será a batalha
O novo cumprimento do Google para o Governo Chinês. | Fonte
Na verdade, a briga já está decidida. Google sai da China para manter-se puro aos seus ideiais, apesar do prejuízo, e pouca gente no país do dragão vai perceber. Aliás, é uma decisão seguida por poucos. Além do Google, apenas uma empresa disse também estar abandonando o barco. Trata-se do GoDaddy. Fora isso, há um oceano de empresas queridinhas que sequer se mexeram após os ataques de dezembro.
No entanto, há uma segunda briga gerada por este precedente. Executivos de empresas inovadoras, fodásticas mesmo, podem estar se peguntando o seguinte: Se uma das empresas mais admiradas do mundo abandona a China por considerar inviável fazer negócios lá, talvez seja moralmente aceito eu também não investir por lá.
É possível que o movimento aumente a tendência histórica de isolamento chinês. Tradicionalmente, o país funciona em ciclos de abertura, crise e fechamento. Antes da guerra civil, por exemplo, potências estrangeiras tinham entrepostos comerciais em várias cidades chinesas. O país era abertíssimo, mais do que hoje.
E então veio Mao-Tsé-Tung e fechou as fronteiras. Cerca de 30 anos depois aparece um ex-amigo de Mao, que toma o poder. Chamava-se Deng Xiaoping, e ele começou a abrir novamente o país para investimentos estrangeiros.
Seus sucessores continuam o trabalho, mas como todo desenvolvimento tem limite (porque toda economia baseia-se em escassez) isto tem data para acabar e um final praticamente decidido.
Eventualmente virá uma nova crise e os chineses mais uma vez colocarão a culpa nos estrangeiros. Aí eles simplesmente queimarão sua frota e dirão adeus ao mundo.
Quando isso vai acontecer? Não procure no Google.
O fim está próspero? 12 sinais de que o mundo vai mesmo acabar – Parte 2
Na primeira parte, começamos a conhecer os motivos para o fim do mundo. Veja agora o restante e tire suas conclusões sobre tudo que acontece na terra e faz com que o fim esteja cada vez mais próspero.
5 – Quem invade Marte somos nós
Seu futuro lar | Link
Tem gente sendo paga para provar que dá para viver em Marte. Sério. A solução é criar um mega efeito-estufa lá, coisa que somos craques. Basta queimar uns combustiveiszinhos fósseis. Isso causará um aquecimento global e a atmosfera, menos rarefeita, passará a segurar o calor. Pois bem. Com o calor, o gelo que existe lá derrete e volta a formar rios. Uma vez com água, começará a existir também chuva.
Aí o próximo passo é importar da Terra vegetações rasteiras, que serão as primeiras a produzir oxigênio lá no planeta vermelho – que ficará verdinho aos poucos. Depois outras vegetações de climas mais frios, já que lá ainda não estará tão quente assim.
Em 100 anos, os cientistas juram que teremos clima agradável, oxigênio e um planeta inteiro para explorar (e começar a destruir). Ah, é o fim do mundo. E o melhor: se for mesmo já temos um lugar para ir. E o engraçado é que em anos de ficção sempre fomos invadidos pelos implacáveis marcianos verdes. Nunca imaginamos a situação contrária: no fim são os terríveis mamíferos bípedes terrestres que vão invadir o planeta vermelho. Jupiter que se cuide…
6 – Você gasta mais em cosmético do que em cerveja?
Até mesmo as mulheres não gostam da situação: é só ficar umas duas semanas sem fazer as unhas para que uma colega de trabalho, geralmente aquela mais arrumadinha, olhe com cara de desprezo para as nossas mãos e diga “esse esmalte já deu”. Se incomoda até a mim, imagina você, que nunca pensou que ia passar por essa situação.
Mas desde que inventaram o tal do metrossexualismo, é amigo passando base de unha masculina para cá, colega de trabalho comprando creme para hidratar o cotovelo para lá… Se as coisas continuarem assim, em bem pouco tempo, vocês estarão quietos na mesa do bar, enquanto nós comentamos o jogo e arrotamos tranquilamente.
7 – Olha quem está no banco…
Lady Gaga é a nova Madonna. Quem gostava do Djavan pode ouvir as músicas do Jorge Vercilo. Se dependêssemos dos substitutos que temos, a cultura mundial estaria mesmo à beira do abismo.
8 – Coleta seletiva, transporte coletivo e cunhados
Festa de aniversário da sua mulher na sua casa. Está lá todo mundo: a sogra, o cunhado… nem precisa dizer mais nada. Durante a festa você vai três vezes até o lixo orgânico e tira as latinhas que seu cunhado joga no meio das cascas de banana.
Já tentou explicar para ele algumas vezes que na sua casa se separa o lixo, mas ele não parece ter entendido. Tudo bem, não adianta. Acabou a festa. É hora de ir embora. Seu cunhado entra no carro e… vai embora. Como ele mora a duas quadras de sua sogra, mãe dele, você se pergunta porque ela não aproveitou uma carona com ele. É simples. Porque ele não queria desviar o caminho.
Pois bem. É domingo, são 23h30. Você está tirando o carro da garagem para levar sua sogra em casa. Diga sinceramente: não seria melhor encarar o fim do mundo?
9 – Esfrega! Esfrega!
Basta ter o ouvido mais atento em grandes festas populares ou naquela balada ao lado de sua casa. Se prestar atenção, vai escutar gente mandando você esfregar as partes do asfalto, ou ameaçar que vai te comer como o personagem dos contos infantis.
Se há nem tanto tempo assim já era um escândalo segurar o tchan ou descer até a boca da garrafa – além de perigoso, imagina só – e agora que o rebolation já começou? Mas como é o fim dos tempos, ninguém parece estar muito chocado, não…
10 – Nem toda ilha do Pacífico é para turismo
Uma mancha de lixo do tamanho do estado do Amazonas flutuando no meio do Oceano Pacífico. Não, não é mais uma viagem criada pelos roteiristas de Lost. Todos os pedaços de plástico que jogamos fora desde a criação desse material, há cerca de um século, se transformam em mínimos fragmentos que as correntes marítimas agruparam.
A “ilha” de sucata é assustadora e a fauna da região sofre as conseqüências há tempos – em algumas áreas, 95% dos pássaros têm fragmentos plásticos no estômago. Se já é motivo de pânico imagina se pensarmos quanto tempo esse material vai demorar para se decompor. Ah, mas até lá o mundo já vai ter acabado mesmo.
Acontece a mesma coisa com os peixes do Pacífico
11 – 150 milhões de anos antes…
Isso já aconteceu um vez, que a gente sabe. Quem não assistiu o último capítulo da Família Dinossauro com lágrimas nos olhos pensando o que seria do pequeno Baby quando o mundo deles acabasse?
12 – De qualquer forma, prepare-se
E mesmo que não acabe agora… vai acontecer mais para frente. Os roteiristas das nossas séries favoritas já estão avisando faz tempo. E olha que eles sabem das coisas.
11/12/2010
Histórias do Apê do sexo: um relato nada convencional
Engraçado como o tempo passa depressa. Há 1 ano e 6 meses atrás eu escrevia aqui pra PdH pra contar e espalhar a ideia de se montar um apê do sexo.
Mais engraçado ainda foi a forma como tudo se desenrolou de lá pra cá. As histórias, os momentos mais loucos, as certezas e incertezas de se ter um local propício para o amor. Tá, o local era para o sexo, puro e simplesmente. Feito na sua forma mais intensa, mas nem por isso, podemos dizer que não houve amor em muitos momentos.
Ter um local fixo para poder levar as mulheres que você conhece, transa, se entende bem, é algo descomunal. A certeza de que lá não será problema, não será atrapalhado – na maioria das vezes – é o diferencial, pelo menos pra mim.
Mas, além de tudo isso, ele passou a representar muito pra mim por tudo que se pode viver lá dentro. É o local onde suas loucuras são postas em prática; onde as mulheres têm liberdade para ousar tanto ou mais que você, se tornando um santuário.
E como todo apê que se preze, o nosso tinha muitas histórias e algumas vou compartilhar aqui, afinal, não posso ser egoísta.
Primeiro brinde pro apê | Foto
A primeira noite no apê
Tudo era novidade pra gente. Todo mundo queria ficar com alguma mulher e poder levá-la pro apartamento. Lembro que ficamos de pagar uma cerveja pro primeiro que levasse uma mulher pra lá. E com essa vontade que todos partiram pra balada. Aquela típica noite aonde tudo vai muito bem. Alta energia, grandes amigos, boa bebida e muita diversão. Nada poderia dar errado, e realmente não deu.
Depois de ficar com algumas mulheres, fiquei com uma e a convidei para sair de lá. Convite aceito, partimos para o apartamento. No caminho liguei para os outros e já fui dizendo que estava levando alguém, todos comemoraram, era algo motivador naquele instante. Era a certeza de que o dinheiro seria bem investido.
Contei pra ela do apartamento, ela riu e disse que éramos loucos. Mas que isso não impediria de ir pra lá. Ao chegar, elogiou a arrumação, a decoração e o cheiro – a faxineira tinha ido naquele dia.
Começamos a nos pegar na sala, partindo pro quarto logo depois. Por ser um lugar novo, aquela foi uma das melhores transas do ano pra mim. Tudo fluía muito bem. A energia era incrível. E pra ela também deve ter sido, ela voltou lá muitas outras vezes.
Os meus amigos não tiveram a mesma sorte no primeiro dia, em compensação, mandara muito bem nos outros. Até hoje não recebi a minha cerveja.
A primeira troca de casal
Isso é o que chamamos de swing, troca de casal, revezamento… | Foto
Quando mais de um casal ia para o apartamento era certo que um ficaria no quarto (o primeiro que chegasse) e o outro se trancaria na sala. Porém, se quisessem ir para a cozinha teriam que passar na sala todas às vezes.
Numa certa noite, eu estava na sala com uma mulher e meu amigo no quarto com uma amiga dela. Tudo ia muito bem, eles se pegavam lá dentro, eu e a mulher nos pegávamos no sofá-cama. Até que a mulher do meu amigo saiu para beber água e nos encontrou transando. Era um dos momentos mais intensos da transa, rolavam alguns tapas, bons gemidos e aquilo excitou a mulher que até então apenas observava. Depois de beber água, ela voltou pro quarto e comentou com meu amigo que gostaria de fazer uma troca. Obviamente ele concordou, sem nem pensar.
Tempo depois ela volta pra sala e chama a amiga, fala 10 segundos com ela e do nada a que estava comigo entra no quarto e ela senta-se ao meu lado no sofá. Na mesma hora entendi o recado e já a puxei para um beijo.
Beijamos-nos por um bom tempo, até que tive a certeza de que a troca foi muito bem feita. Recebi um sexo oral espetacular, digno dos melhores filmes, pena a sala estar escura e não poder ver o rosto dela naquele momento. Ficamos juntos até quase de manhã, sem mais nenhuma troca ou lances inusitados.
Cenas engraçadas.
Claro que nem só de tesão e prazer era feito aquele apartamento. Muita coisa engraçada aconteceu e nos faz dar risada até hoje.
Uma vez um amigo nosso estava com uma mulher no quarto, enquanto outro estava na sala. Num determinado momento da noite, ouve-se um grito do quarto:
“Porra, fio-terra não. Aí tu acaba com o tesão da parada. Se fizer isso de novo, eu não farei mais nada”.
Não aguentando o momento, o amigo da sala retruca:
“Porra cara deixe-a enfiar o dedinho, mas vê se para de gritar porque eu to aqui”.
Em outro momento, quando eu estava com uma mulher no quarto, os gemidos dela eram sempre muito altos, aumentando cada vez mais (e eu me perguntando como era possível), quando ela não resolvi falar qualquer besteira. Enquanto eu chupava os seus seios ela soltou:
“vai bezerrinho, mama tudo vai. Mama o leitinho da sua vaquinha, vai.”
A posição do meu amigo na hora | Foto
Ou:
“isso, coloca tudo vai. Ai, senti, senti tudinho em “minzinha”, faz gostosinho com sua pequeninha vai”.
Se há uma coisa irritante é mulher que adora falar no diminutivo nessas horas.
Essa eu queria ter participado: Os outros três arrumaram umas mulheres e foram pro apartamento. Loucos de cerveja, vodka, não tiveram muito critério com a beleza de cada uma delas. Na verdade, levaram o que realmente estava disponível no bar que eles estavam.
Depois de um tempo no apê, um casal na sala, outro no quarto e outro na cozinha, um dos caras resolve querer trocar de casal, fazer um rodízio, segundo ele. Conversou com uma mulher, com as outras, até que as três toparam, não tão fácil, mas toparam.
Na hora que um tava entrando pro quarto e o outro trancando a porta da sala, ouve-se alguns palavrões e alguém vindo em direção a eles. Era o nosso amigo inconformado com a troca, dizendo que foi totalmente prejudicado.
Só que nesse momento ele tava com a camisinha no pênis, e começou a falar, peladão na sala:
“Pô cara, assim é sacanagem. Vocês me deixaram com a pior, ela é gordinha. Eu não quero, não quero mesmo”.
Tentaram argumentar, convencer a voltar pra cozinha e transar com a mulher que continuava no colchão esperando por ele. Mas nada o convencia.
A mulher então decidi levantar e chamá-lo pra cama. Nessa hora ele abre a porta do apartamento, olha pros meus amigos e solta:
“se for pra comê-la eu prefiro voltar pra casa. Não fico perto dela nem fudendo”.
E saiu com a camisinha no pinto, escada abaixo. Só tivemos notícia dele no outro dia, quando nos contou que chegou no seu prédio e o porteiro o ajudou. Os outros dois resolveram o problema juntando as 3 mulheres com eles dois no quarto e fazendo uma bela orgia.
E você, ficaria com ela? | Foto
O tempo que passamos por lá nos rendeu muito mais histórias, cenas e confusões. Mas isso fica pra uma próxima.
Antes que digam qualquer coisa, informo: todos os envolvidos usaram camisinha
A saga dos movimentos sociais do campo no Brasil
Este artigo foi criado como uma resposta para o texto fantástico do Rodrigo Almeida sobre o dia que o Brasil quase parou.
Ele tem como objetivo informar os leitores sobre as origens do Movimento Sem-Terra, passando pela formação econômica e social do Brasil, pelas formas que o movimento utiliza para reivindicar seus direitos e tentando mostrar as causas de suas atitudes, tudo isso tentando não ser chato e nem partidário.
Origens históricas do problema da reforma agrária
A importância do assunto reside no fato de ser a reforma agrária o objetivo central do MST. Após o declínio do regime escravista, com a proibição de tráfico de escravos pela Lei Eusébio de Queiróz, em 1850, a força de trabalho escrava já não era quem impulsionava o trabalho na grande lavoura. Já existia uma considerável massa de trabalhadores assalariados no Brasil (algo em torno de 16%).
No entanto, curiosamente, o funcionamento da economia brasileira em plena República Velha, não era capaz de pagar salários no fim do mês pra todo mundo que ralava no campo. Mas será que o assalariamento não funcionava pra ninguém? Tirando boa parte dos imigrantes e uma pequena parcela de gente que plantava para sobreviver, não. E o quê que essa galera que não conseguiu receber salário resolve criar plantação de subsistência, com a seguinte sistemática: eles produziam alimentos para o dono do latifúndio e em troca o latifundiário os deixava morar ali, na beiradinha da plantação de café, caracterizando uma relação de subserviência. Esse quadro se manteve por mais de um século.
Também em 1850, surge a Lei nº 601 (Lei de Terras), que, nas palavras de Raimundo Faoro, inovara o direito agrário com o reconhecimento da posse.
“(…) daí por diante, em lugar dos favores do poder público, a terra se adquire por herança, pela doação, pela compra e sobretudo pela ocupação – a posse, transmissível por sucessão e alienável pela compra e venda”(Faoro, 2000, p. 408).
Mas o quê que essa lei dizia que quem havia sido contemplado com as sesmarias no passado agora era o dono incontestável das terras e fim de papo. Isso acabou com a possibilidade daqueles que produziam em regime de subsistência se tornarem donos das terras e também dos ex-escravos de criarem quilombos legais ou estabelecimentos familiares legalizados. Outros autores ainda admitem que a Lei de Terras também legalizou a grilagem no Brasil.
O pesquisador Guilherme Delgado também afirma que
“a abolição trouxe os ex-escravos para o setor de subsistência, reforçando as relações de dependência social que vinculavam os trabalhadores livres à grande propriedade territorial”.
Ou seja, o ex-escravo foi parar no setor de subsistência junto com os demais, fora os que foram se marginalizar nos centros urbanos.
Então veio o Estatuto da Terra. Este Estatuto foi criado pela Lei nº 4.504, de 30/11/1964, sendo portanto uma obra do regime militar. Sua criação esteve intimamente ligada ao clima de insatisfação reinante no meio rural brasileiro e ao temor de uma revolução camponesa, pois os movimentos camponeses começaram a se organizar por volta de 1950, com o surgimento de organizações e ligas camponesas, de sindicatos rurais e com atuação da Igreja Católica e do Partido Comunista Brasileiro.
No entanto, esse movimento foi praticamente aniquilado pelo regime militar instalado em 1964. A criação do Estatuto da Terra e a promessa de uma reforma agrária foi a estratégia utilizada pelos governantes para apaziguar os camponeses e tranqüilizar os grandes proprietários de terra.
Início do Movimento dos Sem-Terra – MST
Após uma Lei de Terras que positivou sérias restrições à chamada “agricultura familiar” e uma lei de abolição da escravatura que não tratou de inserir o negro na sociedade e na economia, começou a se desenhar um quadro de desigualdade para os trabalhadores do campo e urbanos não inseridos na economia.
Um quadro de exclusão e violência, onde os grandes proprietários estavam respaldados pela Lei das Terras. O Estatuto da Terra, apesar de um de seus pilares se basear na regulação da reforma agrária, foi aplicado apenas para o desenvolvimento da agricultura. Além disso, os movimentos do campo já começavam a se organizar. Décadas depois surge o MST.
Então, conforme explica o próprio site do MST:
“Há 25 anos atrás, em Cascavel (PR), centenas de trabalhadores rurais decidiram fundar um movimento social camponês, autônomo, que lutasse pela terra, pela Reforma Agrária e pelas transformações sociais necessárias para o nosso país. Eram posseiros, atingidos por barragens, migrantes, meeiros, parceiros, pequenos agricultores… Trabalhadores rurais sem terras, que estavam desprovidos do seu direito de produzir alimentos. Expulsos por um projeto autoritário para o campo brasileiro, capitaneado pela ditadura militar, que então cerceava direitos e liberdades de toda a sociedade.”
A reforma agrária no Brasil em números
Bom, agora chegou a hora da gente ver como estão os dados sobre reforma agrária no país, pois os números dão uma boa indicação da situação.
gráfico com divisão regional e número de famílias | Link
De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA, o Brasil possui uma área total de 850 milhões de hectares, sendo que 418 milhões estão cadastrados no Órgão. A distribuição dos imóveis rurais cadastrados, por tamanho de área (dados de 2003), revela que aqueles com até cem hectares representam 86,3% do número de imóveis e 19,7% da área.
No outro extremo, os imóveis acima de mil hectares representam 1,6% do número e 46,8% da área. E mais: recente apuração especial realizada pelo cadastro do INCRA, em novembro de 2003, revelava a existência de 58.329 grandes propriedades classificadas como improdutivas que ocupam 133,8 milhões de hectares. (INCRA, A Atualidade do Estatuto da Terra, 2009)
O índice de Gini é um coeficiente expresso entre 0 e 1 que visa medir distribuição, desenvolvido pelo estatístico italiano Corrado Gini. O índice de Gini da terra, no Brasil, variou de 0,731 em 1960, a 0,858 em 1970 e 0,867 em 1975. O último censo agropecuário do IBGE, realizado em 2006, apontou um índice de 0,872 para a estrutura agrária do Brasil, maior ainda que os índices levantados nos anos de 1985 (0,857) e 1995 (0,856). Um índice de Gini igual a 1 significa que uma pessoa só detém todas as terras do Brasil. Será que a gente chega lá?
Falando agora de MST, em termos de conquistas dos movimentos sócio-territoriais, verificamos que entre 1988 a 2006, foram assentadas quase um milhão de famílias, em um espaço de 65 milhões de hectares. Ainda, segundo dados da Organização da Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – FAO, a renda média nos assentamento é de 3,7 salários mínimos, e onde há agroindústrias essa média é de 5,6 salários.
Mas aí você pergunta: “Ora bolas, se foram assentadas tantas famílias, porque o índice de Gini não caiu?
O governo fez basicamente o que os especialistas chamam de “assentamentos não reformadores”, que significa assentar famílias em terras públicas, unidades de conservação sustentáveis e outros projetos de caráter ambiental. Ou seja, são assentamentos que não envolvem desapropriação de terras. Em consequência, não há desconcentração de terra e o índice continua na estratosfera. A verdade é que é politicamente difícil de mexer nas terras dos grandes latifundiários.
Mas porque que o MST invade terras ao invés de utilizar outros instrumentos legais?
O MST e os que defendem a reforma agrária como forma de solução para os problemas no campo acreditam que a ocupação é a principal estratégia de luta pela terra. Os dados mostram que no país, entre 2000 e 2006, foram registradas ocupações de terra realizadas por 86 diferentes movimentos de sem-terras. As áreas ocupadas são principalmente latifúndios, terras devolutas e imóveis rurais onde leis ambientais e trabalhistas tenham sido desrespeitadas.
De modo geral (comentarei mais à frente as exceções), as propriedades ocupadas são aquelas que apresentam indicativos de descumprimento da função social da terra, definida no artigo 186 da Constituição Federal de 1988. Como o Governo não apresenta iniciativa para cumprir a determinação constitucional, os movimentos sem-terra resolveram agir para garantir seus direitos democraticamente previstos. (INCRA, Atlas da Questão Agrária Brasileira)
E a manchete é: MST invade, destrói e mata.
Mas eu li na Veja que os Sem-Terras invadem fazendas, destroem a plantação e maquinário e ainda quebram tudo!
Sim, isso de fato acontece. E o destaque que é dado pela mídia a esses eventos enfraquece e deslegitima o movimento, pois desvia o foco do debate das causas da reforma agrária e simplesmente rotula no MST a imagem de “arruaça” e “vandalismo” e que se trata de um movimento violento. Basta olhar as capas da Veja sobre o assunto aqui (na parte debaixo da página) e é possível ver o “destaque” que ela prefere dar.
Segundo o pesquisador Eduardo Paulon Girardi, a criminalização da luta pela terra é um exemplo de violência indireta contra os camponeses, e que pode gerar formas de violência direta no seu cumprimento. Essas ações contribuem para impedir o acesso à terra por meio da reforma agrária.
E falando de violência no campo, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) documenta as ocorrências de violência no campo desde 1980. De lá pra cá, nos mais de 1.500 conflitos com violência no campo, quase oitocentos mil camponeses e trabalhadores rurais sofreram algum tipo de violência. Dentre esses brasileiros, 39 foram assassinados, 72 foram vítimas de tentativa de assassinato, 57 mortos em conseqüência do conflito, 207 ameaçados de morte, 30 torturados, 917 presos e 749 foram agredidos e/ou feridos.
Como se não bastasse, em 2006 foram registrados casos com mais de sete mil vítimas de superexploração do trabalho e 900 vítimas de desrespeito trabalhista. Tem também trabalho escravo pra quem não se satisfez.
Por fim, não consigo ver o mesmo entusiasmo da Veja, Rede Globo e da Folha de São Paulo na divulgação de notícias.
Se não deu no Jornal Nacional, não aconteceu.
Na Veja também falou que muitos sem-terra conseguem um assentamento e depois vendem as terras e voltam a invadir propriedades.
Sim, também não duvido que isso aconteça. O INCRA dá aos sem-terra um título chamado títulos de domínio ou de concessão de uso, quando os beneficiários cumprem as exigências da Lei.8.629/93. Aqui é possível encontram o cadastro de todos os assentados pela referida Lei.
Primeiramente, o INCRA confere esse cadastro todo o ano, fazendo batimento dos dados em sua base com os dados declarados pelos beneficiários na Receita Federal. Segundo, caso alguém conheça algum caso desses, tem a grande oportunidade de excercer seu papel de cidadão e denunciar os abusos cometidos pelos beneficiários à Ouvidoria do INCRA. O INCRA, o próprio MST e o Brasil agradecem.
Conclusão
Agora é a hora de dar minha opinião. Trata-se de um movimento legítimo, inclusive quando invade terras. Quanto existe vandalismo e depredação, há que se punir os envolvidos, assim como em qualquer outro contexto. Mas os desvios de conduta de alguns membros não são suficientes para desvirtuar o Movimento, como querem fazer crer certos meios de comunicação.
A reforma agrária, com assentamento de famílias para produção de agricultura de subsistência realmente é uma alternativa para o combate à fome e para um país menos desigual.
E vocês caros leitores, pensam diferente?
Esse artigo ajudou vocês a fazerem uma reflexão crítica do papel do MST no Brasil?
